Parecer - CJFL de 14/12/2022 por EDUARDO HENRIQUE CAPISTRANO CUNHA JUNIOR (DUZINHO) (Projeto de Lei (Câmara) nº 44 de 2022)
Documento Acessório
Tipo
Parecer
Nome
CJFL
Data
14/12/2022
Autor
EDUARDO HENRIQUE CAPISTRANO CUNHA JUNIOR (DUZINHO)
Ementa
Este projeto tem a finalidade de dar denominação à Rua 4 do Loteamento São Roque, em Santa Rita do Sapucaí/MG, passa a denominar-se "Rua Cleide Maria Gomes".
Cleide Maria Gomes, nascida no dia 16 de julho de 1965 em Dom Lara distrito do município de Caratinga no interior de Minas Gerais, foi a quarta filha entre os 11 que Geraldo Euzébio Gomes e Francisca Carolina Gomes lutaram para criar nas mais desafiadoras circunstâncias. Era moradora de Santa Rita do Sapucaí desde 1996. Esteve sempre unindo a família e fazendo amigos por onde passava com sua alegria, seu carisma e seu sorriso que eram contagiantes. Foi mãe não só da Flávia, Natália e Lara, mas era uma mãe pra todos sobrinhos, irmãos e netos. Uma mulher trabalhadora, guerreira e que vivia a vida intensamente, como deve ser, com muita humildade, responsabilidade e carinho. Foi uma cozinheira de "mão cheia". Flávia, sua filha primogênita, relembra que "Cleide demonstrava seu amor, através da comida, amava cozinhar para as pessoas. Toda conversa girava envolta da mesa com sorrisos e gargalhadas. Não economizava na comida, saíamos todos cheios, levando uma marmitinha, um coração enorme, sempre sorridente e disposta a ajudar da maneira que podia a todos. Maria Claudimeire, uma das suas irmãs, recorda "aprendi com você que por mais que as coisas estejam dificeis eu posso tirar alguma coisa boa das adversidades, aprendi a maior das lições que a felicidade é o momento presente." Suas sobrinhas Ingrid Gomes e Cristielle também rememoram lindas lembranças e como Cleide Maria Gomes era e sempre será especial a todos os amigos e família: "Era uma mulher íntegra, com um coração lindo, sempre disposta a ajudar e sempre estava ali para quem precisasse. Uma mulher que amava intensamente, corria atrás dos seus sonhos, e se arriscava sempre por aquilo que acreditava. Infelizmente partiu de um jeito que ela jamais merecia. A senhora jamais será esquecida, estará sempre viva em nossos corações e em nossas lembranças" relembra Ingrid. "Uma tia amiga, que sempre estava pronta para ouvir a gente e quando precisava dava uns puxões de orelha, éramos muito ligadas uma à outra, sempre me ajudou com meus problemas, foi um presente em nossas vidas. Ela quem me ensinou muita coisa e a ser a mulherforte que sou hoje, só tenho que agradecer por tudo que ela fez pra mim. Já se passaram 3 anos e depois que ela se foi minha vida nunca mais foi a mesma tive três pessoas que amei como mãe e as trêsforam embora, mas a partida da tia Cleide foi a mais dolorida porque ela não estava pronta pra ir, simplesmente tiraram ela brutalmente da gente e isso deixou um buraco enorme em todos nós. Até minha filha de 6 anos chora toda vez que passa em frente à casa que ela morava, mas o bom é saber que ela está olhando pela gente, ainda que seja muito triste falar dela é ao mesmo tempo um prazer lembrar de uma pessoa tão maravilhosa como Cleide Maria Gomes. Agradeço a Deus por terfeito parte da vida dessa mulher tão guerreira e especial, tenho muito orgulho em falar que Cleide foi uma tia, mãe e amiga pra sempre iremos te amaP' evoca Cristielle Gomes. Infelizmente, no dia 30 de julho de 2019, ela nos deixou aos 54 anos, com muitos sonhos e o que viver ainda. Foi brutalmente assassinada por seu ex-companheiro. Era mãe de três mulheres e deixou quatro netos. Teve sua vida ceifada violentamente como tantas outras mulheres nesse país que entram para uma triste e lamentável estatística de feminicídio. Esperamos que esse crime jamais seja esquecido e que sua memória esteja viva junto a sua alegria para sempre. Nosso luto virou luta!
Cleide Maria Gomes, nascida no dia 16 de julho de 1965 em Dom Lara distrito do município de Caratinga no interior de Minas Gerais, foi a quarta filha entre os 11 que Geraldo Euzébio Gomes e Francisca Carolina Gomes lutaram para criar nas mais desafiadoras circunstâncias. Era moradora de Santa Rita do Sapucaí desde 1996. Esteve sempre unindo a família e fazendo amigos por onde passava com sua alegria, seu carisma e seu sorriso que eram contagiantes. Foi mãe não só da Flávia, Natália e Lara, mas era uma mãe pra todos sobrinhos, irmãos e netos. Uma mulher trabalhadora, guerreira e que vivia a vida intensamente, como deve ser, com muita humildade, responsabilidade e carinho. Foi uma cozinheira de "mão cheia". Flávia, sua filha primogênita, relembra que "Cleide demonstrava seu amor, através da comida, amava cozinhar para as pessoas. Toda conversa girava envolta da mesa com sorrisos e gargalhadas. Não economizava na comida, saíamos todos cheios, levando uma marmitinha, um coração enorme, sempre sorridente e disposta a ajudar da maneira que podia a todos. Maria Claudimeire, uma das suas irmãs, recorda "aprendi com você que por mais que as coisas estejam dificeis eu posso tirar alguma coisa boa das adversidades, aprendi a maior das lições que a felicidade é o momento presente." Suas sobrinhas Ingrid Gomes e Cristielle também rememoram lindas lembranças e como Cleide Maria Gomes era e sempre será especial a todos os amigos e família: "Era uma mulher íntegra, com um coração lindo, sempre disposta a ajudar e sempre estava ali para quem precisasse. Uma mulher que amava intensamente, corria atrás dos seus sonhos, e se arriscava sempre por aquilo que acreditava. Infelizmente partiu de um jeito que ela jamais merecia. A senhora jamais será esquecida, estará sempre viva em nossos corações e em nossas lembranças" relembra Ingrid. "Uma tia amiga, que sempre estava pronta para ouvir a gente e quando precisava dava uns puxões de orelha, éramos muito ligadas uma à outra, sempre me ajudou com meus problemas, foi um presente em nossas vidas. Ela quem me ensinou muita coisa e a ser a mulherforte que sou hoje, só tenho que agradecer por tudo que ela fez pra mim. Já se passaram 3 anos e depois que ela se foi minha vida nunca mais foi a mesma tive três pessoas que amei como mãe e as trêsforam embora, mas a partida da tia Cleide foi a mais dolorida porque ela não estava pronta pra ir, simplesmente tiraram ela brutalmente da gente e isso deixou um buraco enorme em todos nós. Até minha filha de 6 anos chora toda vez que passa em frente à casa que ela morava, mas o bom é saber que ela está olhando pela gente, ainda que seja muito triste falar dela é ao mesmo tempo um prazer lembrar de uma pessoa tão maravilhosa como Cleide Maria Gomes. Agradeço a Deus por terfeito parte da vida dessa mulher tão guerreira e especial, tenho muito orgulho em falar que Cleide foi uma tia, mãe e amiga pra sempre iremos te amaP' evoca Cristielle Gomes. Infelizmente, no dia 30 de julho de 2019, ela nos deixou aos 54 anos, com muitos sonhos e o que viver ainda. Foi brutalmente assassinada por seu ex-companheiro. Era mãe de três mulheres e deixou quatro netos. Teve sua vida ceifada violentamente como tantas outras mulheres nesse país que entram para uma triste e lamentável estatística de feminicídio. Esperamos que esse crime jamais seja esquecido e que sua memória esteja viva junto a sua alegria para sempre. Nosso luto virou luta!
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