Projeto de Lei (Câmara) nº 33 de 2020 | Parecer favorável | 26/11/2020 (Projeto de Lei (Câmara) nº 33 de 2020)
Tramitação
Data Tramitação
26/11/2020
Unidade Local
Comissão de Finanças, Justiça e Legislação - CFJL
Unidade Destino
Plenário - PL
Data Encaminhamento
Data Fim Prazo
Status
Parecer favorável
Turno
Único
Urgente ?
Não
Texto da Ação
Este projeto visa dar denominação à Rua Projetada 11, localizada no
Loteamento Colina das Palmeiras, em Santa Rita do Sapucai/MG, que passará a
denominar-se "Rua Nara Rezeck Moreira".
Ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas sim reconhecer que vale a pena
viver com felicidade e entusiasmo, apesar de todos os desafios. Essa frase resume a
vida da santa-ritense Nara Rezeck Moreira.
Nascida em 28 de maio de 1965, ao longo de sua vida agregou inúmeros
amigos por onde passou. Filha do Sr. Narle Simão Rezeck, o Sr. Narra - autodidata,
primeiro professor de eletrônica da Escola Técnica de Eletrônica, e de Clélia
Caetano Dias Rezeck, a Dona Clélia, viveu toda sua infância e juventude na
Avenida Antônio Paulino.
De sorriso tímido, personalidade forte e alegria contagiante, sempre
externava sua opinião, na maioria das vezes, de forma bem humorada e repleta de
trocadilhos.
Aos 22 anos casou-se com Paulo Rogério Moreira, aquele que foi seu
companheiro de vida, glórias e lutas por quase vinte e cinco anos. Do casamento nasceram seus dois filhos: Leonardo, em 1988, e Leandro,
em 1991. Aos dois filhos sempre dedicou o mais puro e incondicional amor. De
igual forma empenhou-se em garantir aos descendentes a melhor educação, sempre
pautada na humildade, no valor dos pequenos gestos e na honestidade.
Nara sempre foi urna pessoa extremamente simples. Em sua bicicleta
percorria toda a cidade, parando a todo momento para se inteirar das novidades e
rever os amigos que conquistou ao longo de sua vida.
Em 2007 deparou-se com um difícil diagnóstico. Guerreira como sempre
• foi, não se abalou. Iniciou o tratamento e nunca deixou de, diariamente, cumprir sua
rotina com sua inseparável bicicleta. Certo dia, ainda devendo cumprir o pósoperatório de uma das delicadas cirurgias que fez, foi advertida pelo médico sobre a
necessidade de se manter em repouso. De nada adiantou. Era na rua, com sua
bicicleta, interagindo com as pessoas, sorrindo, levando a todos sua inspiradora
garra, alegria e determinação, que ela sentia-se bem.
Sempre alegre, adorava organizar festas, sobretudo de aniversários. Dizia
a todos que "vida merece ser celebrada, nem que for só com uma música pra
dançar".
Debilitada pela doença em seus anos finais, nunca deixou de celebrar a
vida. Sempre fez questão de, em seu aniversário ou no de familiares próximos,
reunir a família e amigos para um bolinho e uma música para dançar.
Ó Devota de Santa Rita de Cássia, no dia 22 de maio de 2012, dia da Santa
Padroeira de nossa cidade, acordou de um longo coma. Lúcida, fez contato com o
esposo e filhos. No dia seguinte novamente adormeceu.
Em 03 de julho de 2012 deixou nosso convívio para sempre estar nas
melhores lembranças daqueles que a conheceram. Deixou nosso convívio para
habitar os nossos corações. Deixou nosso convívio para deixar aos seus filhos, aos
seus quatro netos (Nara, Sarah, Murilo e Arthur), aos seus familiares e amigos, o
seu belo e inspirador exemplo de que a vida deve sempre ser celebrada, "nem que
for só com uma música pra dançar".
Loteamento Colina das Palmeiras, em Santa Rita do Sapucai/MG, que passará a
denominar-se "Rua Nara Rezeck Moreira".
Ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas sim reconhecer que vale a pena
viver com felicidade e entusiasmo, apesar de todos os desafios. Essa frase resume a
vida da santa-ritense Nara Rezeck Moreira.
Nascida em 28 de maio de 1965, ao longo de sua vida agregou inúmeros
amigos por onde passou. Filha do Sr. Narle Simão Rezeck, o Sr. Narra - autodidata,
primeiro professor de eletrônica da Escola Técnica de Eletrônica, e de Clélia
Caetano Dias Rezeck, a Dona Clélia, viveu toda sua infância e juventude na
Avenida Antônio Paulino.
De sorriso tímido, personalidade forte e alegria contagiante, sempre
externava sua opinião, na maioria das vezes, de forma bem humorada e repleta de
trocadilhos.
Aos 22 anos casou-se com Paulo Rogério Moreira, aquele que foi seu
companheiro de vida, glórias e lutas por quase vinte e cinco anos. Do casamento nasceram seus dois filhos: Leonardo, em 1988, e Leandro,
em 1991. Aos dois filhos sempre dedicou o mais puro e incondicional amor. De
igual forma empenhou-se em garantir aos descendentes a melhor educação, sempre
pautada na humildade, no valor dos pequenos gestos e na honestidade.
Nara sempre foi urna pessoa extremamente simples. Em sua bicicleta
percorria toda a cidade, parando a todo momento para se inteirar das novidades e
rever os amigos que conquistou ao longo de sua vida.
Em 2007 deparou-se com um difícil diagnóstico. Guerreira como sempre
• foi, não se abalou. Iniciou o tratamento e nunca deixou de, diariamente, cumprir sua
rotina com sua inseparável bicicleta. Certo dia, ainda devendo cumprir o pósoperatório de uma das delicadas cirurgias que fez, foi advertida pelo médico sobre a
necessidade de se manter em repouso. De nada adiantou. Era na rua, com sua
bicicleta, interagindo com as pessoas, sorrindo, levando a todos sua inspiradora
garra, alegria e determinação, que ela sentia-se bem.
Sempre alegre, adorava organizar festas, sobretudo de aniversários. Dizia
a todos que "vida merece ser celebrada, nem que for só com uma música pra
dançar".
Debilitada pela doença em seus anos finais, nunca deixou de celebrar a
vida. Sempre fez questão de, em seu aniversário ou no de familiares próximos,
reunir a família e amigos para um bolinho e uma música para dançar.
Ó Devota de Santa Rita de Cássia, no dia 22 de maio de 2012, dia da Santa
Padroeira de nossa cidade, acordou de um longo coma. Lúcida, fez contato com o
esposo e filhos. No dia seguinte novamente adormeceu.
Em 03 de julho de 2012 deixou nosso convívio para sempre estar nas
melhores lembranças daqueles que a conheceram. Deixou nosso convívio para
habitar os nossos corações. Deixou nosso convívio para deixar aos seus filhos, aos
seus quatro netos (Nara, Sarah, Murilo e Arthur), aos seus familiares e amigos, o
seu belo e inspirador exemplo de que a vida deve sempre ser celebrada, "nem que
for só com uma música pra dançar".