Projeto de Lei (Câmara) nº 52 de 2022 | Parecer favorável | 19/10/2022 (Projeto de Lei (Câmara) nº 52 de 2022)
Tramitação
Data Tramitação
19/10/2022
Unidade Local
CFJL - Finanças, Justiça e Legislação
Unidade Destino
Plenário - PL
Data Encaminhamento
Data Fim Prazo
Status
Parecer favorável
Turno
Único
Urgente ?
Não
Texto da Ação
Este projeto tem a finalidade de dar denominação à Rua IV, no Loteamento
Ipanema, Santa Rita do Sapucaí/MG, que passará a denommar-se "Rua Jani Helena Ribeiro"
Jani Helena Ribeiro Nasceu no dia 9 de novembro de 1959. Primeira filha de José Ribeiro de Souza (Zequinha Souza) e Hilda Ribeiro de Souza, que, mais tarde, viriam a ter 8 filhos no total (Jovani, João, Jose Roberto, Janete, Jair, Jusceli e Greice). Uma família muito rica de tudo aquilo que o dinheiro não compra!
Criada no Bairro da Cachoeirinha, município de Cachoeira de Minas/MG, mas reconhecidamente uma extensão natural do território de Santa Rita do Sapucaí. Teve uma infância de grandes batalhas ao lado de seus familiares. Desde muito cedo se dispôs a auxiliar a mãe nos afazeres da casa e seu pai nos afazeres da lida rural. Batalhas estas que forjaram uma grande mulher, que, apesar de baixa estatura, crescia diante das adversidades através de sua força, fé e devoção por Santa Rita de Cássia e Nossa Senhora Aparecida.
Em 1981, após seu casamento com Alexandrino de Souza, mudou-se para a maior cidade do Brasil, São Paulo/SP, e lá, além de se dedicar ao matrimônio e criação de seu primeiro filho (Alexandre), morou e cuidou de sua sogra (Etelvina) no bairro da Vila Aurora. Na segunda metade desta década, quando o Brasil vivia o fim do período militar, ela mostrou a São Paulo a força da mulher mineira, lutou e conquistou a criação do Conjunto Habitacional do Jardim Antártica, no extremo norte de São Paulo, nas imediações do Jardim Peri, Vila Nova Cachoeirinha e Horto. Foi uma caminhada longa, idas e vindas à Prefeitura da cidade, reuniões e associações de moradores, conversas e promessas e, enfim, auxiliou mais de 500 famílias a obter seu próprio teto e lá viveu por alguns anos.
Mais uma vez atendendo ao chamado de esposa e mãe, prezando o bem-estar da família, abriu mão das conquistas na capital e retornou a Santa Rita do Sapucaí para iniciar uma nova empreitada em sua vida. Com a venda do imóvel lá de São Paulo, comprou sua nova morada nos primeiros anos da década 90. Início de década que testou mais uma vez sua força e resiliência, superou a perda do pai, teve sua segunda filha (Thais) e passou por uma separação/divorcio conturbada, mas pode contar com a acolhida de sua família, mãe, irmãos e tios, que sempre tinham uma palavra e um incentivo.
Foi faxineira em casas de famílias, camareira em hotel, cumpria dupla jornada quando preciso, mas nunca se negou a lutar. Humilde e forte na fé, contou ajuda de todos familiares e amigos e o pouco que tinha fazia questão de dividir.
Se reposicionou na vida profissional como montadora de equipamentos eletrônicos em algumas empresas de Santa Rita do Sapucaí, destacando dentre elas a Sense Eletrônica, onde atuou por mais de 20 anos.
Final dos anos 90, início dos anos 2000, conseguiu com a força de seu labor construir sua nova moradia no bairro Pôr do Sol. Importantíssimo lembrar do apoio da Tia Nazaré (Tia Lé) que lhe cedeu moradia sem cobrar aluguel por um bom período para viabilizar a construção, além do suporte e incentivo da família e amigos. Cada um ajudou como pode, pois, todos viam nela a força de uma guerreira.
Em 2004, com um diagnóstico preciso, foi de forma emergencial levada para um procedimento cardíaco na Beneficência Portuguesa. Na cidade onde lutou por moradia iniciava ali uma grande batalha pela vida! Durante o procedimento de angioplastia, relativamente simples, um coágulo se desprendeu de suas artérias e foi parar em seu cérebro lhe causando um pequeno acidente vascular. Graças ao bom Deus, isto ocorreu em uma mesa cirúrgica, com profissionais capacitados, que puderam lhe prestar socorro imediato. Pequenas sequelas ficaram, algumas limitações de movimento, coisa pouca para quem nasceu para ser lutadora. Após algumas dezenas de sessões de fisioterapia e meses de afastamento de sua atividade profissional, ela voltou as atividades. Nunca assumiu, mas os familiares notaram uma leve alteração no humor da guerreira Jani.
Não perdia uma missa do dia 22, pela sua devoção a Santa Rita. Não deixava de visitar a mãezinha Aparecida por gratidão a sua vida!
Viu sua família aumentar, recebeu seu primeiro neto (Fellipe) em 2006, virou tia avó por conta de seus sobrinhos crescendo e constituindo família. Continuou firme em sua empreitada na indústria, recebeu sua segunda neta (Marianna) em 2013 e o terceiro neto (Emanuel) em 2017. Nesse ano, recebeu fortes sinais que deveria cuidar ainda mais de seu coração! Além das inúmeras lutas teve a oportunidade de ver seus filhos se formarem e se esforçou muito para que isso acontecesse.
Ipanema, Santa Rita do Sapucaí/MG, que passará a denommar-se "Rua Jani Helena Ribeiro"
Jani Helena Ribeiro Nasceu no dia 9 de novembro de 1959. Primeira filha de José Ribeiro de Souza (Zequinha Souza) e Hilda Ribeiro de Souza, que, mais tarde, viriam a ter 8 filhos no total (Jovani, João, Jose Roberto, Janete, Jair, Jusceli e Greice). Uma família muito rica de tudo aquilo que o dinheiro não compra!
Criada no Bairro da Cachoeirinha, município de Cachoeira de Minas/MG, mas reconhecidamente uma extensão natural do território de Santa Rita do Sapucaí. Teve uma infância de grandes batalhas ao lado de seus familiares. Desde muito cedo se dispôs a auxiliar a mãe nos afazeres da casa e seu pai nos afazeres da lida rural. Batalhas estas que forjaram uma grande mulher, que, apesar de baixa estatura, crescia diante das adversidades através de sua força, fé e devoção por Santa Rita de Cássia e Nossa Senhora Aparecida.
Em 1981, após seu casamento com Alexandrino de Souza, mudou-se para a maior cidade do Brasil, São Paulo/SP, e lá, além de se dedicar ao matrimônio e criação de seu primeiro filho (Alexandre), morou e cuidou de sua sogra (Etelvina) no bairro da Vila Aurora. Na segunda metade desta década, quando o Brasil vivia o fim do período militar, ela mostrou a São Paulo a força da mulher mineira, lutou e conquistou a criação do Conjunto Habitacional do Jardim Antártica, no extremo norte de São Paulo, nas imediações do Jardim Peri, Vila Nova Cachoeirinha e Horto. Foi uma caminhada longa, idas e vindas à Prefeitura da cidade, reuniões e associações de moradores, conversas e promessas e, enfim, auxiliou mais de 500 famílias a obter seu próprio teto e lá viveu por alguns anos.
Mais uma vez atendendo ao chamado de esposa e mãe, prezando o bem-estar da família, abriu mão das conquistas na capital e retornou a Santa Rita do Sapucaí para iniciar uma nova empreitada em sua vida. Com a venda do imóvel lá de São Paulo, comprou sua nova morada nos primeiros anos da década 90. Início de década que testou mais uma vez sua força e resiliência, superou a perda do pai, teve sua segunda filha (Thais) e passou por uma separação/divorcio conturbada, mas pode contar com a acolhida de sua família, mãe, irmãos e tios, que sempre tinham uma palavra e um incentivo.
Foi faxineira em casas de famílias, camareira em hotel, cumpria dupla jornada quando preciso, mas nunca se negou a lutar. Humilde e forte na fé, contou ajuda de todos familiares e amigos e o pouco que tinha fazia questão de dividir.
Se reposicionou na vida profissional como montadora de equipamentos eletrônicos em algumas empresas de Santa Rita do Sapucaí, destacando dentre elas a Sense Eletrônica, onde atuou por mais de 20 anos.
Final dos anos 90, início dos anos 2000, conseguiu com a força de seu labor construir sua nova moradia no bairro Pôr do Sol. Importantíssimo lembrar do apoio da Tia Nazaré (Tia Lé) que lhe cedeu moradia sem cobrar aluguel por um bom período para viabilizar a construção, além do suporte e incentivo da família e amigos. Cada um ajudou como pode, pois, todos viam nela a força de uma guerreira.
Em 2004, com um diagnóstico preciso, foi de forma emergencial levada para um procedimento cardíaco na Beneficência Portuguesa. Na cidade onde lutou por moradia iniciava ali uma grande batalha pela vida! Durante o procedimento de angioplastia, relativamente simples, um coágulo se desprendeu de suas artérias e foi parar em seu cérebro lhe causando um pequeno acidente vascular. Graças ao bom Deus, isto ocorreu em uma mesa cirúrgica, com profissionais capacitados, que puderam lhe prestar socorro imediato. Pequenas sequelas ficaram, algumas limitações de movimento, coisa pouca para quem nasceu para ser lutadora. Após algumas dezenas de sessões de fisioterapia e meses de afastamento de sua atividade profissional, ela voltou as atividades. Nunca assumiu, mas os familiares notaram uma leve alteração no humor da guerreira Jani.
Não perdia uma missa do dia 22, pela sua devoção a Santa Rita. Não deixava de visitar a mãezinha Aparecida por gratidão a sua vida!
Viu sua família aumentar, recebeu seu primeiro neto (Fellipe) em 2006, virou tia avó por conta de seus sobrinhos crescendo e constituindo família. Continuou firme em sua empreitada na indústria, recebeu sua segunda neta (Marianna) em 2013 e o terceiro neto (Emanuel) em 2017. Nesse ano, recebeu fortes sinais que deveria cuidar ainda mais de seu coração! Além das inúmeras lutas teve a oportunidade de ver seus filhos se formarem e se esforçou muito para que isso acontecesse.